Há mais emoção, sentimento e descontrole emocional na geração conectada que escuta verdadeira e conexão real.
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Sua história é significante demais para ser compartilhada de tal forma que possibilita a opinião alheia. Toda vida é particular e cada experiência é subjetiva, portanto deve ser analisada, absolvida e acolhida por quem é experiente para com o real. Em algum momento perdemos nossa autenticidade e demos pertencimento à adentrarem de qualquer maneira.
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O não dito acaba com relações e convivências. Falta repertório linguístico e também emocional; falta sensibilidade de falar o que realmente precisa ser dito. Se fala de forma mais agressiva, refletindo uma questão não resolvida durante os dias de solidão e silêncio, do que o que realmente precisa ser dito. Além do não dito há uma lacuna do que pode ter sido dito nas en-trelinhas; a comunicação se perde, o diálogo evapora e ficam as duvidas do que aconteceu.
- O que aconteceu?
- Lembra que você falou sobre aquilo?
- Não, acho que não falei sobre aquilo falei sobre isso.
- Tenho certeza que você falou.
Falta repertório, paciência e maturidade na codificação. O não dito passa a ser o dito, os conflitos se intensificam e não há solução, apenas distância comunicativa entre duas ou mais pessoas.
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Me sentir especial é completamente diferente de ser relevante na vida de uma pessoa. Sonho um dia ser relevante na vida de alguém a ponto de dizerem: "chama a Rafa para ajudar com os doces, ela não nos deixa na mão." E no final da festa eu ser a pessoa que escuta e partilha o cansaço da festa, e não uma foto publicada com frases de agradecimento.
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