Português é prática e estudo. Algo que me aterrorizava era ser corrigida, me sentia completamente ridicularizada, e convenhamos; quem gosta de estar errado, não é mesmo? A questão da língua é mais complexa do que necessariamente ridicularizar a pessoa corrigida, às vezes é uma forma de orientar, incluir, ajudar, guiar e mostrar que o conhecimento é para todos. Às vezes não significa nada, é apenas reflexo. Vamos começar?
Exemplos:
(1) Ela está muito chateada comigo. Estar assim me abala.
(2) Esta é Amanda, nova funcionária da loja. É um prazer tê-la aqui, fazendo parte do nosso grupo.
(3) Agradeço. Estar aqui será muito desafiador e também será um passo importante na minha carreira.
Coloquei alguns exemplos básicos que irão exigir de você, leitor, apenas a capacidade de escutar enquanto você lê e identifica a posição do som do “r” e do “á” acentuado. Estou tentando falar e explicar com os termos mais simples que conheço, ok?
Vamos exemplificar termos que são usados de forma errada, certo?
(1) Não gosto de está aqui, quero ir para casa.
(2) Ela estar muito irritada. Vamos conversar com ela?
(2 Correção) Ela estar muito irritada faz com que me sinta culpado. Precisamos conversar com ela. Quis corrigir somente essa.
(3) No caso precisaremos chamar um Uber, pois não temos como voltar. André não atende o celular, não podemos ficar aqui, já estar anoitecendo, é perigosíssimo.
Estar é um verbo, e a forma mais simples de identificar um, é conjugando. Isso é um macete, e talvez não funcione para identificar todo tipo de verbo. Nesse primeiro momento, vamos ficar no básico, ok?
Eu cadeira
Tu cadeira
Ele cadeira
Nós cadeiras
Vós cadeirais
Eles cadeirão
Diferente de
Eu estou
Tu estás
Ele está
Nós estamos
Vós estais
Eles estão
Lembre-se que a língua não é parada, ela se adapta. Às vezes as regras também.
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